Uma plataforma de pagamentos em produção
Construída com o produto, do código ao que está rodando hoje. Dinheiro de verdade passa por ali.
O Kodzonia estuda o seu código e monta os especialistas que ele pede — que editam, rodam, testam e entregam. Cada decisão vira memória do projeto, cada chamada de IA tem custo registrado, cada permissão é declarada por você.
Não é sugestão de código. É trabalho entregue — sob suas regras.
Tokens reais do último envio contra a janela do modelo; este turno entra na conta no próximo envio.
Você digita
Monta a landing do produto com o texto que está no README, e sobe local pra eu ver.
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O jeito simples de cobrar por assinatura.
Comece em minutos, sem integrar gateway na mão.
Criar contaDo pedido em linguagem natural até o diff aprovado — sem você virar o intermediário que copia e cola.
Você digita
O cálculo de comissão está errado quando o pedido tem devolução parcial. Investiga e corrige.
Busca semântica no repositório inteiro — não por texto, por significado. Encontra as quatro classes envolvidas, inclusive a que ninguém lembrava que existia.
Um subagente Planner monta o plano de correção e mostra para você antes de tocar em qualquer arquivo.
Edita os arquivos, roda a suíte de testes no terminal, lê o erro, corrige e roda de novo.
Abre um diff completo, o log dos testes e a conta exata do que aquela tarefa custou em tokens.
A regra de negócio que descobriu no meio do caminho vira memória permanente do projeto. Na próxima tarefa, ele já sabe.
Você aprova, ou manda refazer.
O Kodzonia não foi testado num projeto de exemplo. Foi usado para construir software que hoje atende gente de verdade — e para construir a si próprio. Os contratos impedem dizer os nomes. O que os sistemas fazem, a gente conta.
Construída com o produto, do código ao que está rodando hoje. Dinheiro de verdade passa por ali.
Um conector que expõe o sistema legado a agentes, uma camada de IA aplicada sobre ele e a plataforma de operações — tudo em código com décadas de história, o cenário onde assistente de IA costuma falhar.
O produto é desenvolvido com ele mesmo, todos os dias, em código real — cada recurso novo nasce sendo usado por quem o escreveu. Não existe teste de estresse melhor que esse.
Contribuições escritas com o produto foram revisadas e aceitas por mantenedores de um projeto externo — gente que não sabia quem as tinha escrito, julgando só o código. É a prova que qualquer um pode conferir.
O próximo pode ser o seu.
A demo de qualquer assistente impressiona. O piloto passa. Aí ele encosta no sistema que paga a conta — e a conversa acaba. Não é acaso, e não é o modelo: é sempre um destes quatro. O Kodzonia foi desenhado a partir deles.
O que está em produção não cabe numa janela de contexto e não tem teste. O assistente comum lê um pedaço, deduz o resto e escreve algo que compila — e quebra outra coisa.
No Kodzonia: análise real de código, não texto — o agente mapeia quem chama o quê antes de propor, e roda a suíte depois de editar.
O endpoint que só o time antigo entendia, o campo que muda de significado por cliente, a fila que não pode ser reprocessada. Não está escrito em lugar nenhum, então o modelo inventa.
No Kodzonia: quando falta informação, o agente pergunta em vez de inventar — e a resposta vira memória permanente do projeto.
Sem uma linha por chamada — com modelo, tokens, cache, duração e erro — não existe gestão. Existe surpresa na fatura e decisão tomada por medo.
No Kodzonia: cada chamada registrada com custo, por tarefa e por projeto. O gasto vira número antes do fim do mês.
Cada sessão recomeça do zero. O que foi decidido ontem, por quem e por quê, não sobrevive — e o time refaz a mesma discussão toda semana.
No Kodzonia: decisões viram memória tipada, com origem e versão. A próxima tarefa começa sabendo o que a anterior aprendeu.
Nenhum dos quatro se resolve com um modelo melhor. Se resolve com engenharia — e foi essa engenharia que virou o produto.
As tarefas que travam sprint em qualquer time: muita leitura, muito risco e pouca gente que conhece o terreno.
Um agente lê o módulo inteiro antes de propor qualquer coisa, monta o plano, edita, roda a suíte e corrige o que quebrou — com o diff completo para você aprovar.
O trabalho repetitivo vira roteiro: quem faz o quê e em que ordem deixa de depender de quem executou. O mesmo processo roda igual no arquivo 3 e no arquivo 300.
Um especialista revisa o diff e outro tenta derrubar cada achado. Quem escreveu não é quem julga — e cada apontamento vem com arquivo e linha.
A decisão tomada seis meses atrás continua disponível no projeto. Quem entra encontra o porquê, não só o código — e não precisa achar quem lembra.
Busca por significado em todo o repositório, com análise real de código: quem chama o quê, quem depende de quem, o que quebra se você mudar.
Cada chamada registrada com consumo e duração, e limites que você define por tarefa e por agente. O gasto vira decisão de arquitetura, não surpresa na fatura.
Lê e edita arquivos. Roda comandos no terminal. Faz commit no git. Consulta seu banco. Navega em páginas web e opera o console da sua nuvem quando você autoriza. Prepara ambientes, instala o que falta, sobe o serviço e confere rodando. O trabalho que hoje passa pelas suas mãos — feito, não descrito. Conecta os servidores MCP que sua empresa já usa e opera as ferramentas deles como qualquer outra.
Você para de ser o intermediário que copia, cola e executa
Não é busca por texto. É análise semântica: o agente enxerga símbolos, tipos e referências — quem chama o quê, quem depende de quem — nas principais linguagens do mercado, do legado ao que é moderno.
Renomear um símbolo em todo o sistema sem quebrar o que tem nome parecido
O agente lê com modelo leve. No instante em que a tarefa vai alterar alguma coisa, ele troca para o mais forte — antes de tocar no arquivo, com a troca registrada na auditoria. Isso é o FMR — Fragmented Model Routing, tecnologia própria nascida de meses de pesquisa sobre como os modelos se comportam.
O custo de um modelo barato com o resultado de um modelo caro — sem você virar o roteador
Cinco especialistas vêm de fábrica — Explorer, Planner, Reviewer, Tester, Implementer. O resto é escrito para o seu projeto: o Specialist Builder estuda tudo o que o define — PRs, commits, padrão de trabalho do time, arquitetura, frameworks, pipeline, provedor de nuvem — e escreve os especialistas que aquele código pede. O da sua interface, o do seu pipeline, o da sua documentação. Cada um com nome, escopo e permissões próprias — um time que trabalha como quem já estava dentro.
Não é um assistente genérico configurado: é um time escrito para o seu código
Workflows orquestram os subagentes na metodologia que o time escolher: o Superpowers — framework de trabalho já consolidado — vem nativo, o framework que vocês já usam entra do mesmo jeito — e novos chegam com o tempo. Seja qual for o processo, a garantia é a mesma: ele roda igual toda vez, e quando falta informação o subagente pergunta em vez de inventar.
Revisão de PR e migração viram procedimento — no seu método, não no nosso
Cada decisão vira memória com dono, data e porquê — com histórico de versões, reversão a qualquer ponto e ligações entre elas: uma decisão nova aposenta a antiga, e a trilha fica. Você edita, aprova ou reverte tudo. É o conhecimento que hoje mora na cabeça de alguém, virando patrimônio do projeto. E a memória é do time, ao vivo: o que uma pessoa ensinou na máquina dela, o agente da outra já usa na chamada seguinte — sem exportar, sem sincronizar, sem pedir.
A regra que você explicou uma vez não precisa ser explicada de novo — nem quando a pessoa que sabia foi embora
Modelo, tokens, cache, duração, erro e a árvore de quem chamou quem — por chamada, por dia e por projeto. Exportável em CSV.
Dá para pôr o custo de uma tarefa ao lado das horas que ela teria levado, e decidir com número
Vários projetos abertos ao mesmo tempo, cada um com runtime, escopo, memória e cancelamento próprios — isolados por arquitetura, não por convenção. O agente de um projeto não enxerga o código, os segredos nem as conversas do outro — e a conexão de provedor que cada projeto pode usar é autorizada na conta, não guardada no seu disco.
O código de um cliente nunca vaza para o contexto do outro — isolamento que cabe em contrato
Você convida por e-mail e define quem governa e quem trabalha. Quem governa decide os provedores, quais modelos ficam disponíveis, em que nível de capacidade cada um roda e entre quais o roteamento automático pode escolher, os limites e as permissões — vê o custo de cada pessoa e revoga acesso no ato; quem trabalha abre o projeto e produz. Entrada e saída de gente são uma decisão, não uma caçada a chaves espalhadas em máquinas.
Alguém sai do time na sexta e não leva credencial nenhuma junto
Conversas, decisões, memórias e auditoria pertencem ao seu projeto — você exporta, versiona e leva tudo quando quiser. E o código nunca esteve em outro lugar senão onde você trabalha.
Sem processo de saída. Seus dados saem inteiros quando você quiser
Quatro coisas construídas para projeto real, com pressão real — o contexto que não se perde, o processo que se repete, o escopo que se cumpre e o custo que se lê.
O que foi decidido continua valendo na próxima tarefa, e na próxima pessoa que entrar. Você não reexplica a mesma regra de negócio toda vez que abre uma conversa.
Tarefas que se repetem — revisão, migração, checagem antes de subir — acontecem igual toda vez, independente de quem pediu e de quando. O resultado não muda conforme o humor do modelo.
Pastas autorizadas, ações que exigem sua aprovação e freio para o que é destrutivo. O limite vale para tudo que o agente dispara, não só para o que você conversa com ele.
Cada chamada ao modelo é registrada com o que consumiu e quanto demorou. Dá para saber o custo de uma tarefa, de um dia ou de um projeto sem esperar o fim do mês — e comparar com o que aquela entrega valeu.
O código-fonte fica no seu computador e o índice de busca nasce ali mesmo. No servidor da sua conta fica o que o time precisa compartilhar — conversas, decisões, auditoria. Nunca o seu código.
O agente lê e edita o projeto onde ele já está, e as ferramentas rodam aí — sem ida e volta a servidor por ação. Seu código-fonte não é copiado para lugar nenhum: o servidor da sua conta guarda conversas, memórias e auditoria. Código, nunca.
O índice que permite buscar por significado é construído e guardado na sua máquina. Ele nasce e fica com você.
Toda chamada de IA passa pelo servidor da sua conta, que injeta a credencial na hora. O desktop não recebe a chave — nem o aplicativo, nem o agente, nem quem instalou. Não é o agente se comportando bem: é a chave não estar lá.
Pastas autorizadas, ferramentas liberadas e freio para o que é destrutivo. Um subagente nunca recebe mais permissão do que quem o chamou.
O projeto é um recurso da sua conta Zonialabs. Quem governa decide provedores, quais modelos o time usa, em que nível de capacidade e entre quais o roteamento automático escolhe, permissões e limites — e vê o custo de cada pessoa, chamada por chamada; quem trabalha abre o projeto e encontra conversas, decisões e histórico onde pararam.
A memória do projeto é uma só, ao vivo: a regra que alguém ensinou agora já vale na máquina de todo mundo — na hora, sem exportar, sem sincronizar. E cada chamada de IA sai registrada com modelo, tokens, custo e duração — por projeto e por membro. O gasto do time é um número com nome, não uma surpresa no fim do mês. E o código-fonte continua onde sempre esteve: na máquina de quem trabalha nele.
Quem constrói, quem entrega e quem leva ao mercado.
Founder & AI Systems Architect
25+ anos de engenharia de software. Arquitetou e escreveu o Kodzonia usando o próprio Kodzonia — e opera sistemas construídos com ele em produção.
LinkedInCo-founder & Platform Engineering
Engenharia de plataforma e entrega: front-end, back-end e a infraestrutura que coloca o produto na mão de quem usa.
LinkedInCo-founder & Product Engineer
Operação comercial, relacionamento e go-to-market. Estrutura o negócio para crescer com solidez.
LinkedInUm time de IA que trabalha dentro do seu projeto — lê o código, edita, roda comandos, testa, consulta banco e dirige o navegador — sob o controle da sua empresa: escopo declarado por você, permissão por nível de impacto e cada chamada auditada com modelo, custo e duração.
Sim. Quatro sistemas em produção foram construídos com o Kodzonia para terceiros: uma plataforma de pagamentos e três sistemas dentro de um ecossistema empresarial com décadas de código. O quinto é o próprio produto. E há prova que não depende de nós: pull requests escritos com o Kodzonia foram aceitos por mantenedores de um projeto open-source de firmware Linux, sem que eles soubessem quem tinha escrito.
Para quem constrói software — do zero ou em cima do que já existe. O dev independente que abre um projeto limpo hoje e quer entregar amanhã; a softhouse que cuida de código de vários clientes; o time de produto com legado que poucos entendem; a empresa com centenas de desenvolvedores que quer IA com governança — inclusive decidida por quem não escreve código: escopo, permissão e custo são declarados e auditados, não confiados. Nascer com o Kodzonia ou trazer trinta anos de código, o time de IA é o mesmo — e cresce com o seu, não contra ele.
Sim — e é isso que torna o resto possível. Você entra com uma conta Zonialabs e o projeto passa a ser um recurso dela: conversas, memórias, decisões e auditoria ficam disponíveis para quem você autorizar, em qualquer máquina. Sem conta, cada pessoa seria uma ilha com uma chave de API no bolso. Seu código-fonte continua só na sua máquina.
Dois papéis. Quem governa decide os provedores, quais modelos ficam disponíveis para o time, em que nível de capacidade cada um roda e entre quais o roteamento automático pode escolher, as permissões e os limites — acompanha o custo por pessoa no painel, convida por e-mail e revoga acesso no ato. Quem é membro abre o projeto e trabalha, com o mesmo histórico e as mesmas memórias que o time construiu. Governança não é burocracia aqui: é poder de decidir, ver e cortar — com registro de tudo.
Quem administra o time, em um lugar só. A credencial fica no servidor da sua conta e é injetada na chamada pelo servidor — o desktop nunca a recebe. Rotacionar é um ato único e vale para todo mundo; tirar alguém do time tira o acesso no mesmo instante. Ninguém precisa colar chave em arquivo de configuração para trabalhar.
Dá. Cada chamada vira uma linha com modelo, tokens, custo e duração, atribuída ao projeto e a quem a disparou. O gasto agrega por membro, por dia e por projeto. Custo de time deixa de ser rateio estimado.
Sim. Você conecta a conta do provedor que sua empresa já usa e o consumo é cobrado lá, direto pelo provedor. A diferença é onde a chave mora: no cofre da sua conta Zonialabs, usada pelo servidor a cada chamada e nunca entregue ao desktop. Trabalha com outro provedor? A resposta cabe numa conversa.
Hoje: 18 modelos de Anthropic, OpenAI e Kimi, lado a lado no mesmo catálogo, cada um com ficha conferida — limites, formatos, capacidades; o que não se sabe fica em branco em vez de virar chute. Trocar de modelo não reescreve nada: as ferramentas, a memória, os especialistas e a auditoria são do Kodzonia, não do modelo. E a política de provedores é sua: o projeto só usa os provedores que você autorizar — nenhum outro. O catálogo está crescendo: suporte a DeepSeek, Muse Spark 1.3 (Max) e GLM está a caminho, pelo mesmo padrão. Usa outro provedor? A resposta cabe numa conversa.
Você troca de motor e o projeto continua exatamente de onde estava. Memória, especialistas, workflows e auditoria são do Kodzonia, não do modelo — provedor fora do ar ou política mudada não param o seu time.
Sim, por construção. Conversas, memórias, decisões e auditoria pertencem ao seu projeto: você exporta, versiona e leva tudo, sem processo de saída. O seu código nunca esteve em outro lugar senão onde você trabalha.
Cada chamada ao modelo vira uma linha de auditoria com modelo, tokens (inclusive os de cache), duração e erro, mais a árvore de qual agente chamou qual. O painel agrega por dia, por modelo e por ferramenta, e exporta em CSV.
Ele abre o projeto real e trabalha nele: lê o código, edita, roda a suíte de testes, lê o erro, corrige e roda de novo. Antes de chegar a você, outro especialista revisa o que foi feito — revisão de código é um papel do time de agentes, não um favor que alguém faz no fim do dia. Você recebe o trabalho já revisado, com o diff na mão: aprova, pede mudança ou revisa você mesmo, quando fizer sentido. E o que foi aprendido no caminho vira memória do projeto: a regra explicada uma vez não precisa ser explicada de novo, nem para ele nem para quem entrar depois.
macOS hoje. É um aplicativo de desktop nativo — você instala, abre e entra com sua conta Zonialabs; o projeto aparece com o histórico do time. A versão para Windows está em desenvolvimento: entre na lista dizendo qual sistema você usa, e avisamos quando abrir.
Depende do modelo e do tamanho das tarefas — por isso o produto mede em vez de estimar. O painel mostra o consumo por chamada, por dia e por projeto desde a primeira semana, então você descobre o seu número com o seu código, não com a média de outra pessoa. E o FMR — nossa tecnologia de roteamento de modelos — usa modelo leve no que é simples, reservando o caro para quando a tarefa vai alterar alguma coisa.
É exatamente o que o early access é. Você entra, usa em código real e decide com a sua própria experiência. Quem entra agora também fala direto com quem constrói e influencia o que vem primeiro.
Por e-mail, em contato@zonialabs.com, e do outro lado está quem escreveu o código — sem camada de atendimento no meio. Respondemos em até 1 dia útil.
A qualquer momento, sem pedir licença. Histórico, decisões, memórias e auditoria saem inteiros em formato aberto, e o código-fonte nunca esteve em outro lugar senão onde você trabalha. Não existe processo de saída para cumprir nem dado retido como refém — e, se o seu jurídico quiser isso por escrito, entra em contrato.
Assinamos. Traga o modelo do seu jurídico ou use o nosso — resolvemos isso na conversa, antes de qualquer acesso.
O produto é usado diariamente em código real, inclusive para construir a si mesmo, mas ainda não está em produção aberta. Quem entra agora acompanha de perto e influencia as prioridades.
Deixe o e-mail e avisamos quando sua vaga abrir. Quem preferir conversar antes, a gente mostra rodando no seu tipo de código, com o painel de auditoria aberto.